Respostas - Casos clínicos

25/06/2020 - Caso clínico 08

Observa-se deficiência da função respiratória notada pela redução da complacência do sistema respiratório, provavelmente decorrente do acúmulo de secreção em vias aéreas distais no pulmão esquerdo, com déficit de oxigenação. 

Plano fisioterapêutico: terapia de remoção de secreções (hiperinsuflação no ventilador para deslocar a secreção das vias aéreas periféricas para a região proximal), com posterior realização de aspiração de tubo orotraqueal; posicionamento com o tórax elevado entre 30 e 45º. Caso haja dificuldade para o deslocamento da a secreção, associar compressões torácicas em hemitórax esquerdo e, se necessário, posicionar a paciente em decúbito lateral direito para facilitar o deslocamento da secreção.


25/06/2020 - Caso clínico 07

Diagnóstico fisioterapêutico: deficiência das funções respiratória (aumento de resistência de vias aéreas superiores por secreção proximal, com sobrecarga muscular respiratória e déficit de oxigenação) e neuromuscular (fraqueza muscular periférica global), com limitação moderada para transferências de deitado para sentado.

Plano fisioterapêutico a curto prazo: terapia de remoção de secreções (hiperinsuflação manual + aspiração de vias aéreas superiores para remoção de secreção ou máquina da tosse - se disponível); cinesioterapia ativa global e treino de transferências de deitado para sentado em ambos os lados, com manutenção na posição sentada, duas vezes ao dia, por, no mínimo, 30 minutos, conforme tolerância.

Plano fisioterapêutico a médio prazo: avaliar a força muscular respiratória para observar a possibilidade de alguma estratégia de fortalecimento muscular, a fim de facilitar a remoção da secreção por meio da própria tosse.


19/06/2020 - Caso clínico 06

Alternativa B. A driving pressure resulta da equação: pressão de platô (pausa) - PEEP total. redução da frequência respiratória, mesmo com a manutenção do tempo inspiratório, permite o aumento do tempo expiratório e otimização da relação I:E.


19/06/2020 - Caso clínico 05

Alternativa A. Paciente idoso apresentando elevada SpO2 com suporte de oxigênio de baixo fluxo.


10/06/2020 - Caso clínico 04

Alternativa C. A redução da frequência respiratória, mesmo com a manutenção do tempo inspiratório, permite o aumento do tempo expiratório e otimização da relação I:E.


10/06/2020 - Caso clínico 03

Alternativa C. Como o suporte máximo oferecido com a máscara de Venturi ainda não atende a necessidade, é necessária a mudança para dispositivo que permita maior FiO2, como a máscara com reservatório de O2.


10/06/2020 - Caso clínico 02

As constantes de tempo inspiratório e expiratório não são iguais porque a resistência das vias aéreas é geralmente mais baixa durante a inspiração em comparação à expiração. Assim, a constante de tempo inspiratório é menor que a constante de tempo expiratório. 

Matematicamente, CT = (complacência x resistência)/1000. Então:

 CT = (60,9 x 10)/1000 = 0,609 s

Para um paciente intubado com pulmões normais, a CT é geralmente entre 0,5 e 0,7 s.

- Constante de tempo x Variação no volume (% da variação total)

 1 CT - 63% | 2 CT - 86,5% | 3 CT - 95% | 4 CT - 98% | 5 CT - 99%


10/06/2020 - Caso clínico 01

Considerando a hipoxemia e hipercapnia, essa paciente necessita de suporte de oxigenoterapia e/ou pressão positiva, podendo ser utilizado do cateter nasal de alto fluxo ou ventilação não invasiva com O2 adicional.